Os rankings das escolas portuguesas não
universitárias já não são uma novidade: existem desde 2001. Há opiniões
contraditórias sobre a sua oportunidade. O Ministério da Educação (ME) tinha
até então resistido à divulgação dos resultados escolares, mas cedeu à pressão
da comunicação social, que os exigia. Tanto quanto penso, as reticências do ME
teriam a ver com a disparidade de resultados entre escolas públicas e privadas,
que, interpretadas de um modo linear, levantariam dúvidas sobre a eficácia do
ensino público.