Ninguém estranhará que alguém que durante quarenta e sete
anos foi professor (por vezes com outras funções ligadas à educação, em sentido
lato) considere que a educação é um problema central da sociedade. Não digo o, digo um, porque há na verdade
outros problemas cruciais, como a saúde. Esta ideia da importância da educação
é no entanto generalizada. Ela está presente na família, o primeiro agente
educador, e prolonga-se quando se percebe que são necessários outros meios para
alargar as aprendizagens necessárias para vencer na vida.