Um blogue de tip@s que percebem montes de Economia, Estatística, História, Filosofia, Cinema, Roupa Interior Feminina, Literatura, Laser Alexandrite, Religião, Pontes, Educação, Direito e Constituições. Numa palavra, holísticos.
quarta-feira, 16 de agosto de 2017
A má educação
No último dia em que estive em Washington, D.C., no Natal passado, fui à Renwick Gallery com a L.; como tal, quando entrei na loja tive de me portar bem, i.e., não pude comprar quase nada. Por um lado, não tinha espaço na bagagem, pois nessa manhã tinha enviado, por correio, três caixas de livros, prendas de Natal, e roupa para casa; por outro lado, estando a L. na proximidade, ela iria dizer-me que eu não precisava de nada do que tinha comprado. Contentei-me em comprar postais e planear exibi-los numa moldura, quem sabe num fundo preto, para pendurar lá em casa -- é uma maneira muito barata de se conseguir boa arte para decorar.
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Ao espelho
Desde que Donald Trump surgiu como candidato, os EUA têm andado a ver-se ao espelho com mais atenção. O que aconteceu em Charlottesville é apenas um de muitos episódios, mas por ter uma vítima mortal ganhou uma dimensão muito maior. Talvez a idade me tenha tornado cínica, mas morte era o que eu estava à espera. É sempre preciso mortes para haver mudança porque a maioria das pessoas não quer mudar e muitas pessoas têm dificuldade em visualizar o impacto potencial de algo antes de morrer alguém. Mesmo assim, nem sempre uma morte é suficiente para que as coisas mudem.
Veja-se o caso horrível das crianças que pereceram no tiroteio de Sandy Hook. Como é possível que depois de tal tragédia não tenha havido uma mudança maior no acesso a armas? Nessa altura, era presidente Brack Obama e suponho que isso ajudava a branquear a tragédia, pois oferecia algum consolo às vítimas, às suas famílias, e ao resto da nação. Para além disso o Presidente Obama era a favor do controle de acesso a armas. O Presidente Trump é a favor do que lhe dá mais exposição mediática; o conteúdo do que diz e as potenciais consequências são irrelantes.
Ironicamente, talvez Donald Trump por ser tão bruto e insensível seja mais eficaz a criar mudança do que Barack Obama. O que está a acontecer por todo o lado é um tipo de confronto civil em que facções opostas se debatem, mas não é tão violento como uma guerra civil, o que até é surpreendente num país tão armado como os EUA. Continuo a achar que será mortal para algumas pessoas, pois é essa a lição que tiramos da história.
No This American Life de há três semanas falaram de dois dos confrontos que se estão a desenrolar em pequenas cidades nos EUA; recomendo a sua audição para terem uma ideia da dimensão, ou talvez profundeza, do processo.
Veja-se o caso horrível das crianças que pereceram no tiroteio de Sandy Hook. Como é possível que depois de tal tragédia não tenha havido uma mudança maior no acesso a armas? Nessa altura, era presidente Brack Obama e suponho que isso ajudava a branquear a tragédia, pois oferecia algum consolo às vítimas, às suas famílias, e ao resto da nação. Para além disso o Presidente Obama era a favor do controle de acesso a armas. O Presidente Trump é a favor do que lhe dá mais exposição mediática; o conteúdo do que diz e as potenciais consequências são irrelantes.
Ironicamente, talvez Donald Trump por ser tão bruto e insensível seja mais eficaz a criar mudança do que Barack Obama. O que está a acontecer por todo o lado é um tipo de confronto civil em que facções opostas se debatem, mas não é tão violento como uma guerra civil, o que até é surpreendente num país tão armado como os EUA. Continuo a achar que será mortal para algumas pessoas, pois é essa a lição que tiramos da história.
No This American Life de há três semanas falaram de dois dos confrontos que se estão a desenrolar em pequenas cidades nos EUA; recomendo a sua audição para terem uma ideia da dimensão, ou talvez profundeza, do processo.
segunda-feira, 14 de agosto de 2017
O que é a América?
Enquanto houver um americano vivo, a América será sempre uma coisa inacabada.
"Fourscore and seven years ago our fathers brought forth, on this continent, a new nation, conceived in liberty, and dedicated to the proposition that all men are created equal. Now we are engaged in a great civil war, testing whether that nation, or any nation so conceived, and so dedicated, can long endure. We are met on a great battle-field of that war. We have come to dedicate a portion of that field, as a final resting-place for those who here gave their lives, that that nation might live. It is altogether fitting and proper that we should do this. But, in a larger sense, we cannot dedicate, we cannot consecrate—we cannot hallow—this ground. The brave men, living and dead, who struggled here, have consecrated it far above our poor power to add or detract. The world will little note, nor long remember what we say here, but it can never forget what they did here. It is for us the living, rather, to be dedicated here to the unfinished work which they who fought here have thus far so nobly advanced. It is rather for us to be here dedicated to the great task remaining before us—that from these honored dead we take increased devotion to that cause for which they here gave the last full measure of devotion—that we here highly resolve that these dead shall not have died in vain—that this nation, under God, shall have a new birth of freedom, and that government of the people, by the people, for the people, shall not perish from the earth."
~ Abraham Lincoln, The Gettysburg Address, November 19, 1863
domingo, 13 de agosto de 2017
sábado, 12 de agosto de 2017
Hã?
Mas dá para prevenir cheias ou não?
ANTES:
"O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, disse hoje que 'não existe solução' para as cheias na cidade, refutando as críticas dos partidos da oposição que pedem a execução do plano de drenagem."
Jornal de Negócios, 14/10/2014
AGORA:
ANTES:
"O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, disse hoje que 'não existe solução' para as cheias na cidade, refutando as críticas dos partidos da oposição que pedem a execução do plano de drenagem."
Jornal de Negócios, 14/10/2014
AGORA:
Não podemos controlar a Natureza, mas podemos fazer para tudo minorar os seus efeitos. Trabalhamos agora para prevenir as cheias do Inverno. pic.twitter.com/nwyhHJOAcG
— António Costa (@antoniocostapm) August 11, 2017
Boas maneiras ainda
Esta semana falei-vos do desaire do David Brooks e argumentei que havia uma linguagem secreta, em que as boas maneiras à mesa, por exemplo, são uma forma de identificar quem é de certa classe. Hoje, no All Things Considered, o programa vespertino de actualidades da NPR (National Public Radio) emitiram uma história sobre o condado de Palm Beach, na Florida, o mesmo condado onde o Presidente Trump tem um dos seus campos de golfe.
Uma professora de Educação Visual decidiu ensinar etiqueta aos alunos há 12 anos, depois de ler um artigo no jornal em que se referia que uma escola afluente da zona tinha aulas de etiqueta. Acho fantástico não só que ela tenha tomado a iniciativa, mas também a forma como os alunos falam das aulas. Podem ouvir em baixo (podem também ouvir os podcasts diários do All Things Considered, que estão disponíveis no iTunes e em outras plataformas).
Uma professora de Educação Visual decidiu ensinar etiqueta aos alunos há 12 anos, depois de ler um artigo no jornal em que se referia que uma escola afluente da zona tinha aulas de etiqueta. Acho fantástico não só que ela tenha tomado a iniciativa, mas também a forma como os alunos falam das aulas. Podem ouvir em baixo (podem também ouvir os podcasts diários do All Things Considered, que estão disponíveis no iTunes e em outras plataformas).
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
Está quase!
Enquanto passeei o meu cão, pensei no meu pacote. O Economist tem o índice do preço dos hambúrgers da McDonald's para comparar países. O meu índice preferido é o correio. Países que demoram tempo a processar correio são ineficientes. Ora enviei o meu pacote a 13 de Junho, chegou à Alfândega de Lisboa a 20 de Junho e por lá ficou. Comecei a exaltar-me ao pensar em tamanha lentidão. Ora, envio pacotes para Portugal há 20 anos e o serviço em vez de melhorar, piora.
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
No faroeste
Em referência aos restaurantes que enganam os clientes, li no NiT a citação de alguém que dizia que os donos dos restaurantes se comportavam como se Lisboa fosse o faroeste. Como eu vivo no faroeste fiquei um bocado chateada por ver o meu burgo retratado assim. Tenho, no entanto, de agradecer ao LA-C por ter descrito ontem, no Observador, uma situação de burla nos EUA em que o burlão foi preso. Por falar em apanhar o burlão, como é que o carteirista ainda tem um caso em tribunal que se arrasta desde 2006?
Fui a uma hamburgueria gourmet ao pé de casa, aqui há dias, e aconteceu o cozinheiro ter deixado o papel que separava as rodelas de carne picada no meu hambúrger. Só me apercebi depois de já ter começado a comer e quando o gerente me perguntou se tudo estava a preceito, mostrei-lhe o papel. Para além de mil e uma desculpas, disse logo que eu não iria pagar o hambúrguer, pois eu não tinha sido servida com o nível de qualidade que eles queriam oferecer aos clientes. Depois perguntou se eu ficaria satisfeita assim ou se desejava que me dessem mais alguma coisa.
Nos EUA, esta é a regra de serviço e é difícil encontrar restaurantes indiferentes ou até que desejem roubar os clientes. No entanto, há histórias de empregados de restaurantes que roubam o número do cartão bancário dos clientes, por exemplo. O Tristan Jimerson, no The Moth, que podem ouvir via podcast, conta o que lhe aconteceu quando encomendou uma pizza da Domino's pelo telefone e alguém lhe roubou a identidade. Para além das peripécias do Tristan tentar encontrar a pessoa que o enganou, ficamos a saber que o próprio CEO da Domino's o contactou a pedir desculpa!. (Ou podem ver o vídeo no YouTube do Tristan quando foi ao Prairie Home Companion).
Uma vez que fui a Portugal -- julgo que em 2000 -- comprei alguns enchidos no aeroporto porque dizia um cartaz que podiam entrar nos EUA. Quando cheguei a Chicago, declarei os enchidos na Alfândega e foram confiscados. Fiquei tão desgostosa... O senhor da Alfândega disse-me para contactar o banco emissor do meu cartão de crédito e declarar a transação como fraudulenta para me devolverem o dinheiro. Não declarei porque tive pena do pessoal em Portugal ficar sem o dinheiro e sem os chouriços, mas suponho que, se eu fosse um turista que não tivesse nenhuma ligação a Portugal, tê-lo-ia feito.
Ou seja, se os restaurantes fraudulentos estivessem nos EUA, no mínimo, os clientes depois de pagarem telefonavam ao banco e cancelavam a transação e depois os donos do restaurante teriam de se ver com os bancos, pois seriam investigados. Ao fim de algum tempo, duvido que os clientes pudessem pagar com um cartão de crédito, pois as transações seriam recusadas. Convenhamos que, para o esquema destes restaurantess funcionar, é preciso que os bancos não liguem muito a situações de fraude.
Fui a uma hamburgueria gourmet ao pé de casa, aqui há dias, e aconteceu o cozinheiro ter deixado o papel que separava as rodelas de carne picada no meu hambúrger. Só me apercebi depois de já ter começado a comer e quando o gerente me perguntou se tudo estava a preceito, mostrei-lhe o papel. Para além de mil e uma desculpas, disse logo que eu não iria pagar o hambúrguer, pois eu não tinha sido servida com o nível de qualidade que eles queriam oferecer aos clientes. Depois perguntou se eu ficaria satisfeita assim ou se desejava que me dessem mais alguma coisa.
Nos EUA, esta é a regra de serviço e é difícil encontrar restaurantes indiferentes ou até que desejem roubar os clientes. No entanto, há histórias de empregados de restaurantes que roubam o número do cartão bancário dos clientes, por exemplo. O Tristan Jimerson, no The Moth, que podem ouvir via podcast, conta o que lhe aconteceu quando encomendou uma pizza da Domino's pelo telefone e alguém lhe roubou a identidade. Para além das peripécias do Tristan tentar encontrar a pessoa que o enganou, ficamos a saber que o próprio CEO da Domino's o contactou a pedir desculpa!. (Ou podem ver o vídeo no YouTube do Tristan quando foi ao Prairie Home Companion).
Uma vez que fui a Portugal -- julgo que em 2000 -- comprei alguns enchidos no aeroporto porque dizia um cartaz que podiam entrar nos EUA. Quando cheguei a Chicago, declarei os enchidos na Alfândega e foram confiscados. Fiquei tão desgostosa... O senhor da Alfândega disse-me para contactar o banco emissor do meu cartão de crédito e declarar a transação como fraudulenta para me devolverem o dinheiro. Não declarei porque tive pena do pessoal em Portugal ficar sem o dinheiro e sem os chouriços, mas suponho que, se eu fosse um turista que não tivesse nenhuma ligação a Portugal, tê-lo-ia feito.
Ou seja, se os restaurantes fraudulentos estivessem nos EUA, no mínimo, os clientes depois de pagarem telefonavam ao banco e cancelavam a transação e depois os donos do restaurante teriam de se ver com os bancos, pois seriam investigados. Ao fim de algum tempo, duvido que os clientes pudessem pagar com um cartão de crédito, pois as transações seriam recusadas. Convenhamos que, para o esquema destes restaurantess funcionar, é preciso que os bancos não liguem muito a situações de fraude.
Floricultura 3
Sonhou com uma planta que só floria dentro das
entranhas de homens ou mulheres. No sonho não viu se eram de homens ou mulheres
os estômagos onde vislumbrou as pétalas escarlates que nunca encontrara em
outras plantas e outros lugares.
terça-feira, 8 de agosto de 2017
Maneiras que...
Ontem ao jantar, conversámos sobre bom gosto, saber receber, boas maneiras, organização da casa, etc. É um tópico no qual tenho pensado muito porque estas coisas fazem parte de uma linguagem oculta, que muitas vezes é transmitida a cada um de nós através da família e dos amigos da família, ou seja, através de pessoas que frequentemente não são escolhidas, cuja proficiência nesse campo é o resultado de um processo longo que se desenvolveu ao longo de séculos. Nem sempre isso acontece, pois há excepções, como Gabrielle Chanel, conhecida por Coco Chanel, que fez as próprias regras de bom gosto e estilo. Chanel era filha de pais não casados: uma senhora que lavava roupa e um vendedor ambulante.
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
Cidadania
É feio generalizar, mas quem visita Portugal nota que as pessoas pouco ou nenhum respeito têm pelas outras. Basta pensar nos passeios, que em vez de estarem livres para os peões, servem de parque de estacionamento; ou servem de latrina dos cães porque muita gente que passeia os seus animais não acha que valha a pena limpar a caca.
Há ainda o lixo que atiram para o chão, os carros a apitar porque quem vai à frente vai devagar demais, os berros e a música alta, os encontrões, o cheiro a urina nos becos, túneis, escadas... Finalmente, há a gestão de tempo, que é péssima, mas acha-se que o mundo espera por qualquer pessoa em Portugal e o tempo não tem valor nenhum, logo a expressão "Ele/ela que espere, que eu também esperei nove meses!" é frequentemente ouvida.
Perante isto, acho engraçado que impliquem com os turistas. É que incomodar o vizinho é essencialmente português, logo se querem que os turistas se assimilem em Portugal, eles têm de incomodar. Se querem que não incomodem, comecem por dar o exemplo e sejam melhores cidadãos e, já agora, exijam que os vossos vizinhos façam o mesmo.
Há ainda o lixo que atiram para o chão, os carros a apitar porque quem vai à frente vai devagar demais, os berros e a música alta, os encontrões, o cheiro a urina nos becos, túneis, escadas... Finalmente, há a gestão de tempo, que é péssima, mas acha-se que o mundo espera por qualquer pessoa em Portugal e o tempo não tem valor nenhum, logo a expressão "Ele/ela que espere, que eu também esperei nove meses!" é frequentemente ouvida.
Perante isto, acho engraçado que impliquem com os turistas. É que incomodar o vizinho é essencialmente português, logo se querem que os turistas se assimilem em Portugal, eles têm de incomodar. Se querem que não incomodem, comecem por dar o exemplo e sejam melhores cidadãos e, já agora, exijam que os vossos vizinhos façam o mesmo.
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Uma dúvida
Li umas notícias acerca dos restaurantes que "enganam" os clientes em Lisboa e fiquei com uma dúvida: estes restaurantes foram montados todos com dinheiro a pronto ou há algum empréstimo bancário que financiou a actividade? Um dos restaurantes é de um fulano que era um "carteirista muito respeitado no meio". Haver um restaurante que faça isto e ninguém faça nada, ainda se entende, mas já há três pois estão a expandir. Será que isto faz parte de um programa de emprego de carteiristas?
P.S. Ah, pá, acabei por vos burlar: disse que tinha uma dúvida e afinal eram duas...
P.S. Ah, pá, acabei por vos burlar: disse que tinha uma dúvida e afinal eram duas...
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Achincalhamento,
Civilização,
Portugal
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Elogio aos capitalistas do espaço
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Teorias da fraude
"Em declarações transmitidas pela RTP3, em visita a uma ETAR na Maia, Catarina Martins defendeu que é necessário ter mais assistentes sociais para combater a fraude. Respondendo ao CDS, a bloquista acusou os centristas de terem reduzido esses profissionais quando estiveram no Governo."
Fonte: Eco
Ora vejamos se entendo bem isto, a Catarina Martins acha que há fraude porque não há assistentes sociais suficientes a trabalhar, pois o governo anterior reduziu o seu número e as que restam não dão conta do serviço. Mas quando a Geringonça reduziu o horário da Função Pública de 40 para 35 horas, foi-nos dito que tal não afectaria o serviço da Função Pública, pois naquelas 5 horas os funcionários não eram produtivos. Por outro lado, a Geringonça também implementou um programa em que, por cada dois funcionários públicos que saem, entra um, sendo que tal se justificava porque havia gorduras no estado que, ao serem cortadas, não afectariam a qualidade do serviço.
O que deduzir de tudo isto? Que os funcionários públicos eram competentes no Governo anterior, mas os governantes incompetentes da Direita deixaram sair os funcionários competentes e agora os que restam não prestam, por isso são "gorduras" do estado e por isso há agora assistentes sociais que, em vez de fazerem o seu trabalho cuidadosamente, tendo em conta a situação de risco dos casos que apreciam -- note-se que se há fraude, não há necessidade de intervir, o que libertaria recursos para pessoas que realmente precisam --, fazem-no às três pancadas e aprovam coisas que não devem?
É fascinante a forma como a Geringonça insulta a Função Pública...
Alberto Giacometti
O Geoffrey Rush vai representar o papel de Alberto Giacometti num filme biográfico do artista. O Giacometti é famoso pelas esculturas elongadas e, pode parecer estranho, mas entrar numa sala com esculturas dele, causa-me uma grande emoção. Quando entrei nesta galeria, na National Gallery of Art, em Washington, D.C., até fiquei sem palavras. No The Guardian podem ler mais sobre o filme.
--
Eu ia para vos escrever o que escrevi acima, mas achei uma merda, como se estivesse a trair algo sagrado e não consegui publicar. Meti em rascunho, fiz o jantar e fui passear o cão.
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