sábado, 26 de janeiro de 2019

Dia 25

Um dia em cheio!

Acordámos com a notícia de que Roger Stone tinha sido preso pelo FBI. Coitados dos agentes que acordaram de madrugada para trabalhar e nem sequer estavam a ser pagos. Depois o trânsito aéreo sobre Nova Iorque foi aligeirado porque não havia pessoal suficiente para acomodar tanto avião. E, ao almoço, durante um comunicado especial, o Presidente Trump acedeu a abrir o governo -- ganhou a Nancy, que é mais velha que ele, e a quem ele ainda não deu uma alcunha. A emissão de rádio da NPR foi interrompida e tivemos cobertura especial.

As coisas já estavam a ficar um bocado caóticas. Por falar em avião, no dia 24, o Steve Inskeep na NPR entalou a Mercedes Schlapp, a Directora de Comunicações Estratégicas da Casa Branca, várias vezes perguntando-lhe:
  • "If a plane crashes and people are killed because of this shutdown, is the wall worth that?",
  • "Is the... Wall worth people getting killed?",
  • "If the shutdown leads to a terror attack that gets Americans killed, is the wall worth that - yes or no?"
  • "Why are you uncomfortable answering yes or no to that question?"

Senti pena da Mercedes Schlapp: tem um patrão difícil e apanha tareia na praça pública por causa dele. Se fosse em Portugal, a notícia teria sido a má-educação do jornalista.

Neste dia também tive de me solidarizar com Assunção Cristas porque o PM Costa ficou irritado com ela. Há uns dias, um dos meus fãs mais queridos disse-me que eu até era inteligente, mas irritava-o. Respondi que irRITAr tem o meu nome e ele devia ir tomar um café que isso lhe passava. Senti um imenso orgulho de ser filha da mãe que tive porque dar-me o nome de Rita é genial.

Se eu fosse a Assunção Cristas mandava fazer uma t-shirt azul com "Irritei o Costa: ganhei o dia!" estampado em letras amarelas e, sempre que António Costa fosse ao Parlamento, usava a t-shirt. Eu não vos disse? Sou mesmo filha da mãe!





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